• Área do cérebro responsável pelo controle da sede.
  • No cérebro, um centro nervoso controla a sede. Por meio de receptores sensíveis à concentração do sangue é possível saber se há ou não líquido no organismo. Neste caso, é disparada a vontade de beber.
  • Ao beber, sensores determinam a presença de água, indicando ao cérebro se a sede está ou não saciada.
  • Nos rins, outros receptores “fiscalizam” o nível de hidratação do organismo. Se estiver baixo, a ordem é “economizar”, então a pessoa para de urinar.
  • Enquanto desce pelo tubo digestivo, uma porcentagem mínima de água é consumida. O máximo de sua absorção ocorre no intestino, onde a corrente sanquínea é amplamente irrigada.
  • O sangue “hidratado” beneficia todo o corpo, porque distribui os nutrientes que transporta. Quando o nível da água diminui, a pressão cai, a pessoa fica lenta e o organismo sofre, deixando de receber a energia necessária. O coração faz mais esforço na tentativa de bombear o sangue para todo o corpo, as células cerebrais recebem pouco oxigênio e diminuem sua atividade. Os rins filtram menos toxinas.
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